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Cometas

-->Publicado por: antonio Manuel Mateus

Cometas
Cometas são corpos pequenos, frágeis e irregulares, compostos de uma mistura de grãos não-voláteis e gases congelados. Eles têm órbitas altamente elípticas, que os trazem para muito perto do Sol e os jogam profundamente no espaço, freqüentemente para além da órbita de Plutão.
Estruturas de cometas são diversas e muito dinâmicas, mas todos desenvolvem uma nuvem circunvizinha de material difuso, chamado coma, que normalmente cresce em tamanho e brilho conforme o cometa aproxima-se do Sol. Normalmente um núcleo pequeno, luminoso (menos de 10 km em diâmetro) é visível no meio do coma. O coma e o núcleo constituem, juntos, a cabeça do cometa.
Conforme os cometas aproximam-se do Sol, eles desenvolvem caudas enormes de material luminoso que estende-se a milhões de quilômetros da cabeça, para longe do Sol. Quando distante do Sol, o núcleo está muito frio e seu material está sólido, congelado dentro do núcleo. Neste estado, cometas às vezes são chamados de "icebergs sujos" ou "bola de neve suja", uma vez que mais da metade do material deles é gelo. Quando um cometa aproxima-se a de algumas UA do Sol, a superfície do núcleo começa a esquentar, e as substâncias voláteis evaporam. As moléculas evaporadas fervem e carregam pequenas partículas sólidas com elas, formando o coma do cometa com gás e pó.
Quando o núcleo está congelado, ele só pode ser visto através de luz solar refletida. Porém, quando um coma desenvolve-se, o pó reflete ainda mais luz solar, e o gás no coma absorve radiação ultravioleta e começa a apresentar fluorescência.
Conforme o cometa absorve luz ultravioleta, processos químicos liberam hidrogênio, que escapa da gravidade do cometa e forma um envelope de hidrogênio. Este envelope não pode ser visto de Terra porque sua luz é absorvida por nossa atmosfera, mas tem sido detectados através de espaçonaves.
A pressão da radiação e do vento solar aceleram materiais para longe da cabeça do cometa, a diferentes velocidades, conforme o tamanho e massa dos materiais. Assim, as partículas de pó relativamente massivas da cauda são aceleradas lentamente e tendem a encurvarem-se. A cauda de íons é muito menos volumosa, e é acelerada tão grandemente que aparece como uma linha quase reta que estende para longe do cometa, em oposto ao Sol. A seguinte visão do Cometa West mostra duas caudas distintas. A fina cauda de plasma azul é composta de gases, e a larga cauda branca é composta de partículas de pó microscópicas.
Cada vez que um cometa visita o Sol, perde alguma parte de seus materiais voláteis. Eventualmente, ele torna-se outra massa rochosa no sistema solar. Por isto se diz que comentas tem vida curta, na escala de tempo cosmológico. Muitos cientistas acreditam que alguns asteróides são núcleos de cometas extintos; cometas que perderam todo o seu material volátil.
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Plutão

Publicado por: António Manuel Mateus

 Plutão

O sistema solar é formado por oito planetas, além de luas, satélites, meteoros, e milhares de corpos celestes que orbitam em torno do sol devido a sua força gravitacional. Segundo a ordem de proximidade do sol Plutão é o nono e ultimo planeta, precedido por Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Neste artigo nós vamos saber um pouco mais sobre este planeta e suas características.
Sistema

História

O planeta Plutão foi o último planeta a ser descoberto no sistema solar até hoje, pois foi descoberto em 1930 por Clyde Tombaugh, um cientista norte-americano. Ele é também o menor planeta do sistema solar, possui um diâmetro de cerca de 2mil e trezentos quilômetros. O nome do planeta foi sugerido pela jovem Venetia Phair, que aos 11 anos se interessava por astronomia e mitologia. Plutão na mitologia Grega é o deus dos infernos e acredita-se que a sugestão é devido ao planeta estar em permanente escuridão por estar muito distante do sol. Em 1978 foi descoberto o seu primeiro satélite que ganhou o nome de Caronte, que segundo a mitologia grega era o barqueiro que levava o barco até o reino no submundo de Plutão.
Plutão

A Órbita Excêntrica do Planeta

O planeta Plutão tem várias peculiaridades, entre todas elas se salienta a sua órbita excêntrica que dura 248 anos terrestres. No entanto durante 20 anos deste período ele adentra a órbita de Netuno, e nesse período se torna o oitavo em relação ao sol e deixa Netuno como o último planeta s Sistema solar. Em 4 de março de 1999 ele saiu pela última vez da orbita de Netuno e deve se manter como nono planeta por cerca de 228 anos a partir de então. Não existe risco de colisão entre os dois planetas quando se cruzam pois Plutão nestas ocasiões fica acima da ecliptica.
Orbita

Características Gerais

Observado através de telescópios aqui da terra, Plutão pode ser confundido com uma estrela, devido a sua pequena dimensão. Apesar de estar entre os planetas jovianos externos, Plutão tem uma constituição rochosa, diferente dos demais planetas classificados como jovianos. Sabe-se muito pouco a cerca da composição deste planeta e de sua atmosfera. A densidade do planeta indica uma formação de 80% de rocha e 10% de gelo, o que o torna muito semelhante ao satélite Tritão.

Caronte e os Outros Satélites

Caronte foi descoberto em 1978 e apenas em 2005 foram descobertos outros dois satélites de Plutão, que receberam os nomes de Nix e Hydra, também nomes mitológicos. Caronte é o maior dos 3 satélites e acredita-se que tem sua superfície coberta de água congelada. Caronte e Plutão mantém sintonia em sua rotação e no período orbital.

Planeta Anão e Plutóides

Existem muitas discussões acerca de Plutão. Em 2006 plutão deixava de ser considerado um planeta e passava a ser designado planeta anão. Em 2008 a União Astronômica Internacional decidiu que todos os corpos celestes localizados além da orbita do planeta Netuno, cobertos de gelo e de forma esférica sejam denominados plutóides. Considerando este entendimento o planeta Plutão passa a ser um plutóide. Ainda há muita discussão sobre esta nova classificação.
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Neptuno


Planeta Neptuno, características generales



Fotografía del planeta NeptunoCaracterísticas: el planeta Neptuno es el octavo en distancia al Sol y es el planeta más alejado del Sol y de nuestro Sistema Solar. Era conocido en la antigua roma como el dios de los mares, y es el cuarto planeta más grande por el diámetro y el tercero más grande en cuanto masa. Neptuno tiene 17 veces la masa de la Tierra y es ligeramente más masiva que el planeta Urano. Neptuno orbita al Sol a una distancia de 30,1 UA, aproximadamente 30 veces la distancia Tierra-Sol.

Neptuno fue descubierto el 23 de septiembre de 1984 y se convirtió en el primer planeta encontrado por predicciones matemáticas y no por la observación empírica. Los cambios inesperados en la órbita de Urano, condujeron a Alexis Bouvard a deducir que su órbita estaba sujeta a la perturbación gravitacional de un planeta desconocido. Neptuno fue observado posteriormente por Johann Galle, en un grado de la posición predicha por Urbain Le Verrier, y su mayor luna, Tritón, fue descubierto poco después, aunque ninguna de las otras lunas ha sido descubierta hasta el siglo 20, gracias a la ayuda de los telescopios. Neptuno ha sido visitado por una sonda espacial Voyager 2, que sobrevoló el planeta el 25 de agosto de 1989.

La estructura interna de Neptuno se parece a la de Urano: un núcleo rocoso cubierto por una costra helada, oculto bajo una atmósfera gruesa y espesa. Los dos tercios interiores de Neptuno se componen de una mezcla de roca fundida, agua, amoníaco líquido y metano. El tercio exterior es una mezcla de gas caliente compuesto de hidrógeno, helio, agua y metano.

Al igual que Urano y a diferencia de Júpiter y de Saturno, la composición de la estructura interna de Neptuno se cree que está formada por capas distintas. La capa superior está formada por nubes de hidrógeno, helio y metano, que se transforman de gas en hielo a medida que aumenta la profundidad.

Planeta Neptuno y comparación con la TierraEl campo magnético de Neptuno, como el de Urano, está bastante inclinado, más de 50 grados respecto al eje de rotación y desplazado al menos 0,55 radios (unos 13.500 km) del centro físico. Comparando los campos magnéticos de los planetas, los investigadores piensan que la extrema orientación podría ser característica de los flujos en el interior del planeta y no el resultado de la inclinación del propio planeta o de cualquier posible inversión de los campos en ambos planetas.

El color de Neptuno difiere del de Urano debido a la cantidad de helio contenida en su atmósfera, que es ligeramente mayor. Debido a esto, Neptuno absorbe más luz roja del Sol que su planeta vecino, por tanto refleja un azul mucho más intenso y la atmósfera tiene una estructura de bandas similar a la encontrada en los otros gigantes gaseosos.

La mayor de las lunas de Neptuno es Tritón, que posee más del 99,5% de la masa en órbita alrededor de Neptuno en sus 2.700 km de diámetro. Se destaca, no sólo por su gran tamaño, sino también por poseer una órbita retrógrada, algo excepcional dentro de los grandes satélites. Otros satélites fueron descubertas por la sonda Voyager 2: Náyade, Talasa, Despina, Galatea, Larisa y Proteo. Estos seis satélites son los más próximos al planeta y poseen una órbita más interior que la de Tritón.

Más información: Neptuno Wikipedia
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