Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens

Cultura Angolana

Cultura Angolana

Dança

Em Angola, a dança distingue diversos géneros, significados, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens académicas e contemporâneas. A presença constante da dança no quotidiano, é produto de um contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas diferentes celebrações sociais (os jovens são os que mais se envolvem), onde a dança se revela determinante enquanto factor de integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário.
Depois de vários séculos de colonização portuguesa, Angola acabou por também sofrer misturas com outras culturas actualmente presentes no Brasil, Moçambique e Cabo Verde. Com isto, Angola hoje destaca-se pelos mais diversos estilos musicais, tendo como principais: o Semba, o Kuduro e a Kizomba.

Festas

Algumas das festas típicas de Angola são:
  • Festas do Mar
Estas festas tradicionais designadas por Festas do Mar, têm lugar na cidade do Namibe. Estas festas provêm de antiga tradição com carácter cultural, recreativo e desportivo. Habitualmente realizam-se na época de verão e é habitual terem exposições de produtos relacionados com a agricultura, pescas, construção civil, petróleos e agro-pecuária.
  • Carnaval
O desfile principal realiza-se na avenida da marginal de Luanda. Vários corsos carnavalescos, corsos alegóricos desfilam numa das principais avenidas de Luanda e de Benguela.
  • Festas da Nossa Senhora de Muxima
O santuário da Muxima está localizado no Município da Kissama, Província do Bengo e durante todo o ano recebe milhares de fiéis. É uma festa muito popular que se raliza todos os anos e que inevitavelmente atrai inúmeros turistas, pelas suas características religiosas.

Miss Universo

Leila Lopes, a 12 de Setembro de 2011, trouxe o título de Miss Universo, pela primeira vez para Angola.

Publicado por: António Manuel Mateus
 fonte: Eciclopedia.
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,,

Educação em Angola

Angola Educação


Crianças estudando em uma sala de aula em Bié, Angola.
Logo depois da independência do país, uma das prioridades foi a de expandir o ensino e de incutir-lhe um novo espírito. Neste sentido, mobilizaram-se não apenas os recursos humanos e materiais existentes em Angola, mas concluiu-se um acordo com Cuba que previu uma intensa colaboração deste país no sector da educação (como, por sinal, também no da saúde). Esta colaboração, de uma notável eficácia, durou 15 anos, e possibilitou avanços significativos em termos não apenas de uma cobertura do território como também de um aperfeiçoamento da qualidade dos professores e do seu ensino.
Apesar destes avanços, a situação continua até hoje pouco satisfatória. Enquanto na lei o ensino em Angola é compulsório e gratuito até aos oito anos de idade, o governo reporta que uma percentagem significativa de crianças não está matriculada em escolas por causa da falta de estabelecimentos escolares e de professores. Os estudantes são normalmente responsáveis por pagar despesas adicionais relacionadas com a escola, incluindo livros e alimentação. Ainda continua a ser significante as disparidades na matrícula de jovens entre as áreas rural e urbana. Em 1995, 71,2% das crianças com idade entre 7 e 14 anos estavam matriculadas na escola. É reportado que uma percentagem maior de rapazes está matriculada na escola em relação às raparigas. Durante a Guerra Civil Angolana (1975-2002), aproximadamente metade de todas as escolas foi saqueada e destruída, levando o país aos actuais problemas com falta de escolas. O Ministro da Educação contratou 20 mil novos professores em 2005 e continua a implementar a formação de professores. Os professores tendem a receber um salário baixo, sendo inadequadamente formados e sobrecarregados de trabalho (às vezes ensinando durante dois ou três turnos por dia). Professores também reportaram suborno directamente dos seus estudantes. Outros factores, como a presença de minas terrestres, falta de recursos e documentos de identidade e a pobre saúde também afastam as crianças de frequentar regularmente a escola. Apesar dos recursos alocados para a educação terem crescido em 2004, o sistema educacional da Angola continua a receber recursos muito abaixo do necessário. A taxa de alfabetização é muito baixa, com 67,4% da população acima dos 15 anos que sabem ler e escrever português. Em 2001, 82,9% dos homens e 54,2% das mulheres estavam alfabetizados. Desde a independência de Portugal, em 1975, uma quantidade consideráveis de estudantes angolanos continuaram a ir todos os anos para escolas, instituições politécnicas e universidades portuguesas, brasileiras, russas e cubanas através de acordos bilaterais.
Por outro lado, verificou-se no ensino superior um crescimento notável. A Universidade Agostinho Neto, pública, herdeira da embrionária "Universidade de Luanda" dos tempos coloniais, chegou a ter cerca de 40 faculdades espalhadas por todo o país; em 2009 foi desmembrada, continuando a existir como tal apenas em Luanda e na Província do Bengo, enquanto se constituíram, a partir das faculdades existentes, seis universidades autónomas, cada uma vocacionada para cobrir determinadas províncias, inclusive pelo sistema dos pólos noutras cidades: em Benguela e Universidade Katyavala Bwila, em Cabinda a Universidade 11 de Novembro, no Huambo a Universidade José Eduardo dos Santos, no Lubango a Universidade Mandume ya Ndemufayo, em Malanje (com Saurimo e Luena) a Universidade Lueij A'Nkonda. Além disto existe desde a independência a Universidade Católica de Angola, em Luanda. A partir dos anos 1990, fundaram-se toda uma série de universidades privadas, algumas ligadas a universidades portuguesas como a Universidade Jean Piaget de Angola, a Universidade Lusófona de Angola, a Universidade Lusíada de Angola, e a Angola Business School (todas em Luanda), outras resultantes de iniciativas angolanas: a Universidade Privada de Angola com campus em Luanda e no Lubango, e em Luanda ainda a Universidade Metodista de Angola e a Universidade Técnica de Angola, a Universidade Independente de Angola, a Universidade Metropolitana de Angola, a Universidade Oscar Ribas, a Universidade Gregório Semedo a Universidade de Belas bem como o Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais. Todos estes estabelecimentos lutam, em grau maior e menor, com problemas de qualidade, e em Luanda alguns começam a ter problemas de procura.


postado por: António Manuel Mateus
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,,

Pobreza e desigualdade social

Pobreza e desigualdade social em Angola

Os benefícios do crescimento económico de Angola chegam de maneira bastante desigual à população. É visível o rápido enriquecimento de um segmento social ligado aos detentores do poder político, administrativo e militar. Um leque de "classes médias" encontra-se em formação nas cidades onde se concentram mais de 50% da população. No país, grande parte da população vive em condições de pobreza relativa, com grandes diferenças entre as cidades e o campo: um inquérito realizado em 2008 pelo Instituto Nacional de Estatística indica que 37% da população angolana vive abaixo da linha de pobreza, especialmente no meio rural (o índice de pobreza é de 58,3%, enquanto o do meio urbano é de apenas 19%). Nas cidades grande parte das famílias, além dos classificados como pobres, está remetida para estratégias de sobrevivência. Nas área urbanas, também as desigualdades sociais são mais evidentes, especialmente em Luanda.
O advento da paz militar, em 2002, permitiu um balanço diferenciado dos problemas económicos e sociais extremamente complexos que se colocavam ao país, mas também do leque de possibilidades que se abriam. Os indicadores disponíveis até à data indicam que a lógica da economia política, seguida desde os anos 1980 e de maneira mais manifesta na década dos anos 2000, levou a um crescimento económico notável, em termos globais, mas ao mesmo tempo manteve e acentuou distorções graves, em termos sociais e também económicos.
Convém referir que, nas listas do Índice de Desenvolvimento Humano elaboradas pela ONU, Angola ocupa sempre um lugar entre os países mais mal colocados.

Publicado por: António Manuel Mateus
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,,

Política angolana

Política de angola

O actual Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos
 
O regime político vigente em Angola é o presidencialismo, em que o Presidente da República é igualmente chefe do Governo, que tem ainda poderes legislativos. O ramo executivo do governo é composto pelo presidente (actualmente José Eduardo dos Santos), pelo vice-presidente (Fernando da Piedade Dias dos Santos, desde Janeiro de 2010, quando foi aprovada nova Constituição) e pelo Conselho de Ministros.
Os governadores das 18 províncias são nomeados pelo presidente e executam as suas directivas. A Lei Constitucional de 1992 estabelece as linhas gerais da estrutura do governo e enquadra os direitos e deveres dos cidadãos. O sistema legal baseia-se no português e na lei do costume, mas é fraco e fragmentado. Existem tribunais só em 12 dos mais de 140 municípios do país. Um Supremo Tribunal serve como tribunal de apelação. O Tribunal Constitucional é o órgão supremo da jurisdição constitucional, teve a sua Lei Orgânica aprovada pela Lei n.° 2/08, de 17 de Junho, e a sua primeira tarefa foi a validação das candidaturas dos partidos políticos às eleições legislativas de 5 de Setembro de 2008.
A guerra civil de 27 anos causou grandes danos às instituições políticas e sociais do país. As Nações Unidas estimam em 1,8 milhões o número de pessoas internamente deslocadas, enquanto que o número mais aceite entre as pessoas afectadas pela guerra atinge os 4 milhões. As condições de vida quotidiana em todo o país e especialmente em Luanda (que tem uma população de cerca de 4 milhões, embora algumas estimativas não oficiais apontem para um número muito superior) espelham o colapso das infra-estruturas administrativas bem como de muitas instituições sociais. A grave situação económica do país inviabiliza um apoio governamental efectivo a muitas instituições sociais. Há hospitais sem medicamentos ou equipamentos básicos, há escolas que não têm livros e é frequente que os funcionários públicos não tenham à disposição aquilo de que necessitam para o seu trabalho.
Em 5 e 6 de Setembro de 2008 foram realizadas eleições legislativas, as primeiras eleições desde 1992. As eleições decorreram sem sobressaltos e foram consideradas válidas pela comunidade internacional, não sem antes diversas ONG e observadores internacionais terem denunciado algumas irregularidades. O MPLA obteve mais de 80% dos votos, a UNITA cerca de 10%, sendo os restantes votos distribuídos por uma série de pequenos partidos, dos quais apenas um (PRS, regional da Lunda) conseguiu eleger um deputado. O MPLA pode portanto neste momento governar com uma esmagadora maioria [nota 22].
De acordo com a nova Constituição, aprovada em Janeiro de 2010,[34] passam a não se realizar eleições presidenciais, sendo o Presidente e o Vice-presidente os cabeças-de-lista do partido que tiver a maioria nas eleições legislativas[35][36]. A nova constituição tem sido criticada por não consolidar a democracia e usar os símbolos do MPLA como símbolos nacionais[37][38] [nota 23].
Em Angola, e mais especialmente em Luanda, a estrutura e as práticas do regime político criaram um clima de descontentamento que até à data teve pouca expressão pública, não apenas por receio, mas também por falta de mecanismos de articulação credíveis [nota 24]. Entretanto, aparentemente inspirada pelas revoltas populares em diferentes países árabes, correram em Fevereiro/Março de 2011 iniciativas para organizar pela Internet, em Luanda, demonstrações de protesto contra o regime[40] [nota 25]. Uma nova manifestação, visando em particular a pessoa do Presidente, teve lugar em inícios de Setembro de 2011.[41].
Aspectos que merecem uma atenção especial são os decorrentes das políticas chamadas de descentralização e desconcentração, adoptadas nos últimos anos, e que remetem para a necessidade de analisar a realidade política a nível regional (sobe tudo provincial) e local [nota 26].
Por outro lado, começa a fazer sentir-se um certo peso internacional de Angola, particularmente a nível regional, devido à sua força económica e ao seu poderia militar.[42]
O regime angolano realizou as primeiras Eleições Gerais a 31 de Agosto de 2012, um modelo constitucional novo, que surge na sequência da junção das eleições legislativas com as presidenciais[43], respeitando pela primeira vez o prazo constitucional de 4 anos entre eleições. Para além dos 5 partidos com assento na Assembleia Nacional - MPLA, UNITA, PRS (Partido da Renovação Social), FNLA, ND (Nova Democracia) - existiam mais 67 partidos em princípio habilitados para concorrer[44]. José Eduardo dos Santos anunciou em dado momento a sua intenção de não ser novamente candidato, mas acabou por encabeçar a lista do seu partido. Como o MPLA ganhou novamente as eleições, com cerca de 71% (175 deputados), ele foi automaticamente eleito Presidente, em conformidade com as regras constitucionais em vigor. A UNITA aumentou a sua cota para cerca de 18% (32 deputados), e a Convergência Ampla para a Salvação de Angola (CASA), recentemente fundada por Abel Epalanga Chivukuvuku, obteve 6% (8 deputados). Para além destes três partidos, conseguiram ainda entrar no parlamento, com votações ligeiramente inferiores a 2%, o Partido da Renovação Social (PRS, 3 deputados) e a FNLA (2 deputados).[45]. São muito significativas as disparidades entre regiões, especialmente quanto aos resultados dos partidos da oposição: nas províncias de Cabinda e de Luanda, a oposição obteve p.ex. cerca de 40% dos votos, e a parte da UNITA foi de cerca de 30% no Huambo e em Luanda, e de 36% no Bié.[46] A taxa de abstenção foi a mais alta verificada desde o início das eleições multipartidárias: 37.2%, contra 12.5% em 2008.

postado por: António Manuel Mateus
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,

idiomas de angola e Os grupos étnicos

Línguas de Angola

O português é a língua oficial de Angola . De entre as línguas africanas faladas no país, algumas têm o estatuto de línguas nacionais. Estas assim como as outras línguas africanas são faladas pelas respectivas etnias e têm dialectos correspondentes aos subgrupos étnicos.
A língua nacional com mais falantes em Angola é o umbundu, falado pelos Ovimbundu na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. É língua materna de cerca de um terço dos angolanos.
O kimbundu (ou quimbundo) é a segunda língua nacional mais falada - por cerca da quarta parte da população, os Ambundu que vivem na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza Sul. É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo Reino do Ndongo. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa.
O kikongo (ou quicongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Kongo, e com a migração pós-colonial dos Bakongo para o Sul esta tem hoje uma presença significativa também em Luanda. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda. O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Tem-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da actual Angola, desde a Lunda Norte ao Cuando-Cubango. Kwanyama (Cuanhama ou oxikwanyama), nhaneca (ou nyaneca) e sobre tudo o umbundo são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas por pequenos grupos de san, também chamados bosquímanos.
Embora as línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana — proporção que se apresenta muito superior na capital do país —, enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua.


Os grupos étnicos e as suas línguas

Mapa étnico de Angola em 1970
As línguas originalmente faladas em Angola, como em qualquer país africano, são as dos povos africanos residentes na região. A implantação geográfica destes povos, hoje designados como etnias, no fim da era colonial depreende-se do mapa constante desta página; apesar das vicissitudes das décadas pós-coloniais, esta distribuição espacial continua no essencial inalterada. Convém reter que, em termos globais, a esmagadora maioria dos angolanos – perto de 90% – é de origem bantu.
O principal grupo étnico bantu é o dos Ovimbundu que se concentra no centro-sul do país, ou seja, no Planalto Central e algumas áreas adjacentes, especialmente na faixa litoral a Oeste do Planalto Central. Os Ovimbundu constituem hoje um pouco mais da terça parte da população, e a sua língua, o umbundu, é por conseguinte a segunda língua mais falada em Angola (a seguir ao português) com quatro milhões ou mais de falantes[nota 3]. Por causa da Guerra Civil Angolana, muitos Ovimbundu fugiram das zonas rurais para as grandes cidades, não apenas para Benguela e Lobito, mas também para Luanda e até para cidades geograficamente periféricas como Lubango, transportando assim a sua língua para regiões onde esta antes não era falada.
Em termos de importância numérica, o segundo grupo são os Ambundu que representam cerca da quarta parte da população. A sua língua, o kimbundu, é falada por cerca de três milhões de falantes, maioritariamente na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul. O kimbundu é uma língua com grande relevância, por ser a língua tradicional da capital, hoje provavelmente com mais de 5 milhões de habitantes. O kimbundu legou muitas palavras à língua portuguesa e importou desta, também, muitos vocábulos.
No norte, nas províncias do (Uíge, do Zaire) e parte do Kwanza-Norte, concentra-se a maior parte dos Bakongo que representam hoje pouco mais de 10% da população. A sua língua kikongo (ou kikoongo) era a do antigo Reino do Kongo e tem diversos dialectos (tal como também as tem o umbundu e o kimbundu). Em consequência da guerra pela independência muitos Bakongo refugiaram-se na hoje República Democrática do Congo onde boa parte aprendeu também o francês e o lingala, língua de comunicação na parte ocidental daquele país. A maioria dos refugiados Bakongo, e/ou seus filhos e netos, regressou para Angola a seguir à independência, reinstalando-se em geral no seu habitat de origem, mas formando também núcleos populacionais importantes nas cidades situados fora desta área, principalmente em Luanda. Deste modo, também o kikongo, está hoje de algum modo presente em boa parte de Angola, com mais de um milhão de falantes.
Os Côkwe estão presentes numa boa parte do leste de Angola, desde a Lunda Norte ao Moxico e mesmo ao Bié. Enquanto mais a norte constituem, juntamente com os lunda, a população exclusiva, a sua presença mais a sul e cada vez mais dispersa e se mistura com a dos pequenos povos da região, habitualmente designados pelo termo Ganguela. A língua côkwe tem vindo a sobrepor ao lunda, mas aparentemente não às línguas de outros povos.
Os povos designados como Ganguela - Lwena, Luvale, Mbunda, Lwimbi, Kangala, Ambwila, Lutchaz, Kamachi etc. [4] - não constituem uma etnia abrangente, e cada um fala a sua língua, embora estas sejam de certo modo aparentadas. A que frequentemente se designa como "língua nganguela" e tem actualmente o estatuto de "língua nacional" é na verdade apenas a de uma população residente a leste e sul de [[Menongue}}.
Um outro conjunto de povos é, desde os tempos coloniais, classificado como Nyaneka-Khumbi, mas tão pouco constituem uma etnia abrangente, nem pela sua identidade social, nem por uma língua comum.
Diferente é o caso dos Ovambo que são um grande grupo étnico existente principalmente na Namíbia, mas em parte significativa também na província do Cunene, no sul de Angola. A sua língua é o Oshivambo, a língua africana mais importante da Namíbia. Em Angola esta língua é geralmente falada na forma dos dialectos próprios dos diferentes subgrupos. O subgrupo de maior destaque é aqui o dos Kwanyama (também escrito "cuanhama"), mas há ainda os Kwamatu, os Kafima, os Evale e os Ndombondola.
No sudoeste de Angola existem pequenos povos aparentados aos Herero, principalmente os Vakuval ("Mucubais"), os Himba e os Dimba.
A situação étnica e linguística actual no extremo sudeste de Angola, na província do Cuando Cubango, é mal conhecida e constitui neste momento o objecto de um estudo em curso.
Finalmente existem no sul de Angola grupos residuais de khoisan, descendentes de povos não bantus que falam as suas línguas especificas.
Por último, cerca de 3% da população actual é caucasiana (maioritariamente de origem portuguesa) ou mestiça, população que se concentra primariamente nas cidades e tem o português por língua materna. De referir, ainda, a existência de um número considerável de falantes das línguas francesa e lingala, explicada pelas migrações relacionadas com o período da luta de libertação e pelas afinidades com as vizinhas República do Congo e República Democrática do Congo.

Postado por: António Manuel Mateus
Deixe seu Comentário:
2 comentários
Categorias:
,

Estrutura social de angola

angola Estrutura social

 

Demografia

Segundo as estimativas do United Nations Department of Economic and Social Affairs, a população de Angola era em 2010 de cerca de 19 milhões, dos quais pouco mais da metade viviam nas cidades.

Estrutura social

Mapa étnico de Angola em 1970
Os habitantes de Angola são de diferentes raças e etnias, com as seguintes percentagens aproximativas:
  • Bantus: 95% - Ovimbundu (37%), Ambundu (25%), Bakongo (13%), Ovambo/Nyaneka-Nkhumbi / Herero / Côkwe / Ganguela / Xindonga (20%) [nota 12]
  • Mulatos, em Angola chamados mestiços: 2%
  • Caucasianos: 2% [nota 13]
  • Outros: 1% 
Os principais centros urbanos, além da capital Luanda, são o Lobito, Benguela, Huambo (antiga Nova Lisboa) e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Apesar da riqueza do país em matérias-primas, grande parte da sua população vive em condições de pobreza relativa.
Indicadores demográficos
  • População urbana: 57%
  • Crescimento demográfico: (2005 - 2010): 2,81%
  • Taxa de fecundidade (2006): 6,54
  • Taxa de natalidade (2002): 46 por mil
  • Taxa de mortalidade (2002): 25,8 por mil
  • Taxa de mortalidade infantil (est. 2006): 131,9/mil nascidos vivos (192º)
  • Expectativa de vida: 42,7 anos (190º)
    • homem: 41,2 anos
    • mulher: 44,3
  • Estrutura por idade (2002):
    • menores de 15 anos: 47,7%
    • de 16 a 59 anos: 47,9%
    • maiores de 60 anos: 4,4%
Os indicadores acima apontam para uma grande complexidade dos tecidos sociais em Angola que, no entanto, está até à data relativamente mal estudada. Desde meados do século passado, estão manifestos processos de estratificação social e mesmo de formação de classes sociais, mas os trabalhos até hoje apresentados sobre este aspecto são pouco satisfatórios. Ainda menos investigado está a relação das estruturas sociais com as identidades sociais étnicas e raciais.

postado por: António Manuel Mateus

Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,

o ensino superior em Angola

O ensino superior em Angola 

Universidade anonima
 



O acesso ao ensino superior continua a dar que falar, tudo porque o sistema da “gasosa”aumenta assustadoramente. Numa ronda em várias faculdades da Universidade Agostinho Neto, o jornal “Angolense” constatou que os valores para o ingresso num destes estabelecimentos escolares estão avaliados em 2500 a 4000 dólares.

A juventude no nosso país recorre a delinquência e outras práticas perigosas quando fracassados os sonhos de alcançarem o título de doutores, hoje que só estuda quem tem condições financeiras favoráveis.

É normalmente nessa fase do ano que muitos desses jovens se preocupam em renovar as esperanças, face o anúncio de novas vagas, encaradas como “um truque”, segundo a fonte, para se dar a entender que existe ensino gratuito.

O sistema da gasosa não difere muito do ensino médio, pois depois do estudante ter feito as inscrições entra em contacto com um funcionário da instituição que o ajuda a segurar a vaga, após a entrega dos documentos.

Este por sua vez, aguarda pelos exames para quando os resultados saírem, juntar os outros documentos. Para que tudo corra sem sobressaltos, é necessário uma boa ligação do funcionário “corrupto”, com o pessoal da secretaria que alegadamente introduzem os documentos dos que pagam como se tratassem de pessoas que tivessem aprovado no exame de aptidão.

Na faculdade de direito, disse a fonte, as coisas são um pouco mais restritas, porque normalmente envolve “peixe grande”, mas há alguns anos atrás a situação era bem diferente, pois a chefe da secretaria tratava de tudo. “Ela fazia o trabalho de forma aberta, por isso, foi descoberta”, contaram alguns alunos, adicionando que a mesma foi despedida, mas deixou uma rede que continua a fazer este trabalho, considerado “serviço sujo”.

Os preços cobrados nesta Faculdade são os mais caros, 3500 a 4000 dólares. Na eventualidade das coisas derem erradas, os prevaricadores demarcam-se da responsabilidade. Um exemplo disso, é dona Joana, estudante do segundo ano da Faculdade de Direito que entrou por vias de “corredores”, mas que até hoje não tem a ficha de estudante. Estuda sem segurança e receia que caso seja descoberta irá para rua. “Recorri a esse meio, porque o nosso país está cada vez mais pior, já tinha tentado antes mas não consegui entrar, decidi endividar-me por essa prática, porque sempre sonhei ser advogada”, lamentou.

Já o Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), é conhecido como sendo a Faculdade que menos barreira oferece aos “corruptos”, pois o sistema ali, revelou a fonte, as coisas nunca correm mal. “Aqui não há perigo”, informaram.

A facilidade começa a partir da portaria, onde os guardas informaram aos interessados sobre os preços. Naquela Faculdade, os preços são ligeiramente os mais baratos, 2000 a 2500 dólares. Já na Faculdade Letras o ingresso custa 3000 dólares, mas o sistema também é restrito, pois normalmente só os que têm conhecidos conseguem “furar”. 
postado por: António Manuel Mateus
fonte: Angonoticias
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:
,

A comunicação e a sociedade

 publicado por: António Manuel Mateus

 A comunicação e a sociedade

É através da comunicação que as pessoas interagem entre si e se tornam integrantes de uma sociedade. É como se cada um de nós fossemos membro de um corpo. Para que este funcione é necessário haver comunicação entre as partes. Ela é feita desde que nascemos. O choro de um bebê, por exemplo, exprime fome, dor ou outra necessidade qualquer. 

     Por meio da comunicação os indivíduos assimilam suas culturas, suas maneiras de agir e pensar em sociedade e definem quais os valores os nortearão no convívio em grupo. Esses indivíduos são seres sociais e dependem direta ou indiretamente uns dos outros. Essa dependência se estabelece através da comunicação. Ela está presente em todos os momentos da vida de uma pessoa e se utiliza de vários códigos. São eles os gestos, os sons, os símbolos, a escrita e claro, a língua. A comunicação é também mediada por vários meios, entre eles os eletrônicos, que nem sempre são acessíveis a todos. Vista de uma maneira não simplista a mensagem não é independente do meio, ou seja, do veículo. Para cada tipo de mensagem há um veículo apropriado que tornará a mensagem, o conteúdo inteligível.


     Num ato de comunicação é necessário decifrar os códigos utilizados por ela. Isso se dá por meio do conhecimento, da alfabetização, religião, cultura, da política e dos estudos. O indivíduo precisa, por exemplo, ter noções sobre formas conotativas e denotativas de se expor uma idéia. Precisa saber também que uma mesma palavra pode ser interpretada de diferentes formas dependendo do contexto e, principalmente, ter opinião crítica. Estamos sempre rodeados de comunicação e não sobrevivemos sem ela.

     Dado isso é importante ressaltar que o acesso à informação, à cultura e à educação de boa qualidade de forma igual a todos, o que não é realidade em nosso país, são primordiais para que o destinatário de uma mensagem tenha bagagem suficiente para decifrá-la e analisá-la criticamente, não sendo mero recebedor de um conteúdo que nem sempre será útil a ele.

 publicado por: António Manuel Mateus

Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:

Publicidade

Publicado por: António Manuel Mateus

A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de ideias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.
Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Pode-se traçar a história da publicidade desde a antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.
Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

Tipos de publicidade

Anúncio publicitário é um gênero textual que tem a finalidade de promover uma marca de um produto ou de uma empresa, ou de promover uma ideia. A linguagem dos anúncios publicitários geralmente se adapta ao perfil do público ao qual eles se destinam e ao suporte ou veículo em que eles são publicados. A fim de alcançar seu objetivo, o publicitário se utiliza de inúmeros recursos da língua portuguesa.
O anúncio publicitário normalmente é constituído de linguagem verbal e de linguagem não-verbal.
  • Finalidade do Género:
persuadir o leitor a consumir um produto ou aderir a uma ideia.
  • Perfil dos interlocutores:
Leitores de jornais e revistas, espectadores de TV, ouvintes de rádio, usuários da internet.
  • Suporte ou veículo:
Revistas, programas de TV, rádio, sites da internet e listas telefônicas.
Peça publicitária é cada um dos elementos produzidos para uma campanha de propaganda, campanha de publicidade ou de promoção de vendas. Eis uma relação das peças publicitárias mais comuns:
  • anúncio (jornal, revista ou lista telefônica)
  • encarte
  • filme (televisão)
  • spot (rádio)
  • jingle (rádio)
  • cartaz
  • outdoor
  • cartazete : um cartaz pequeno com informações do produto;
  • painel :
  • letreiro
  • folder
  • broadside
  • banner
  • bandeirola : igual bandeirinhas de festa junina;
  • móbile
  • brinde
  • display

Confusão no uso do termo publicidade

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.
No Brasil também existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. O termo "publicidade" refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a "propaganda" tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos).
Etimologicamente propaganda se refere ao ato de propagar, seja algo abstrato como uma ideia, seja algo concreto como um produto. Já publicidade é tornar público, o que só é possível através da propaganda.

Publicado por: António Manuel Mateus
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:

a comunicação


Comunicação
Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, publicidade, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
Também se entende a comunicação como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos. Deste ponto de vista, a comunicação inclui temas técnicos (por exemplo, a telecomunicação), biológicos (por exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (por exemplo, jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e meios de comunicação de massa).
A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face a face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação mediada.
O estudo da Comunicação é amplo e sua aplicação é ainda maior. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Estes símbolos são então transmitidos e reinterpretadas pelo receptor. Hoje, é interessante pensar também em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal e comunicação horizontal.
O termo comunicação também é usado no sentido de transportes (por exemplo, a comunicação entre duas cidades através de trens.

História

É preciso considerar para os estudos da comunicação a evolução dos períodos da comunicação, como por exemplo: comunicação corporal, comunicação oral, comunicação escrita, comunicação digital.
Vários aspectos da comunicação têm sido objectos de estudos. Na Grécia Antiga, o estudo da Retórica, a arte de discursar e persuadir, era um assunto vital para estudantes. No início do século XX, vários especialistas começaram a estudar a comunicação como uma parte específica de suas disciplinas acadêmicas. A Comunicação começou a emergir como um campo acadêmico distinto em meados do século XX. Marshall McLuhan, Theodor Adorno e Paul Lazarsfeld foram alguns dos pioneiros na área.
Tem vindo a evoluir constantemente, devido às novas tecnologias e ao uso de redes sociais. Hoje em dia, não é necessário comprar um jornal para se estar informado. Obviamente, que temos a televisão e a rádio. Porém, podemos aceder a um jornal via internet, através do site do mesmo ou de redes sociais, caso do Twitter e do Facebook. Muitos jornais possuem contas nestas redes e postam informação, que se encontra sempre atualizada. É interessante, porque se pode comentar e debater com os outros.

Teoria da Comunicação

Pensadores e pesquisadores das disciplinas de ciências humanas, como Filosofia, Sociologia, Psicologia e Linguística, têm dado contribuições em hipóteses e análises para o que se denomina "Teoria da Comunicação", um apanhado geral de ideias que pensam a comunicação entre indivíduos - especialmente a comunicação mediada - como fenômeno social. Entre as teorias, destacam-se o funcionalismo, primeira corrente teórica, a Escola de Frankfurt (crítica à primeira e profundamente marxista) e a escola de Palo Alto (principal corrente teórica atualmente). O trabalho teórico na América Latina ganhou impulso na década de 1970 quando se passou a retrabalhar e transformar as teorias estrangeiras. Assim surgiu a Teoria das Mediações, de Jesús Martin-Barbero.
As teorias dão diferentes pesos para cada um dos componentes da comunicação. As primeiras afirmavam que tudo o que o emissor dissesse seria aceito pelo receptor (público). Daí surge a Teoria Crítica que analisa profundamente a transmissão/dominação ideológica na comunicação de massa (Adorno, Horkheimer). Depois disso se passa a criticar o modelo. O receptor, dizem os estudiosos de Palo Alto, tem consciência e só aceita o que deseja. Do ponto de vista de Barbero, o que o receptor aceita (ou melhor, compreende) varia grandemente conforme sua cultura, no sentido mais amplo da palavra.

Formas e Componentes da Comunicação

Os componentes da comunicação são: o emissor, o receptor, a mensagem, o canal de propagação, o meio de comunicação, a resposta (feedback) e o ambiente onde o processo comunicativo se realiza. Com relação ao ambiente, o processo comunicacional sofre interferência do ruído e a interpretação e compreensão da mensagem está subordinada ao repertório.
Quanto à forma, a Comunicação pode ser comunicação verbal, não-verbal e mediada.

A escrita é uma forma de comunicação utilizada desde há milhares de anos

Comunicação eTecnologia
A comunicação humana desenvolve-se em diversos campos de diferentes naturezas, dos quais podemos destacar dois pontos distintos: a comunicação em pequena escala, e a comunicação em larga escala ou comunicação de "massa". Em ambos os casos, o ser humano passou a utilizar utensílios que passaram a auxiliar e a potencializar o processo de produção, envio e recepção das mensagens. A tecnologia passou a fazer parte da comunicação humana, assim como, passou a participar da maioria das actividades desenvolvidas pela humanidade ao longo do seu desenvolvimento.
A comunicação começou desde a pré-história em que os primeiros seres humanos começaram por se comunicar através de pinturas rupestres e de gestos.
A comunicação é uma evolução que não pára e está em constante movimento.

 

Deixe seu Comentário:
1 comentário

O que é relacionamento interpessoal


O que é relacionamento interpessoal?

Os relacionamentos em suas inúmeras formas são importantes para a comunicação geral. Saiba aqui, o que é o relacionamento interpessoal.
O relacionamento interpessoal é o relacionamento comum de indivíduos pertencentes de um mesmo grupo e que possuem os mesmos objetivos. Pode ser um relacionamento profissional, familiar ou social, onde os indivíduos devem estar diretamente ou indiretamente relacionados. Saiba aqui, o que é relacionamento interpessoal e como desenvolvê-lo com competência.
1.     Como desenvolver um bom relacionamento interpessoal
O relacionamento interpessoal é mais comum no mundo dos negócios e das empresas. Envolve as habilidades e capacidades, inteligências e estratégias em comum de um grupo, para que haja um crescimento geral. Para um bom relacionamento interpessoal entre uma equipe de trabalho, existem algumas dicas para desenvolver um bom relacionamento.
1.1.          Saber ouvir
Ouvir o que o colega de trabalho tem a dizer, e interpretá-la corretamente. As conclusões precipitadas podem prejudicar um bom relacionamento interpessoal, e o andamento de todo o grupo.
1.2.          Saber falar
Saber expor as opiniões e todos os seus pontos de vista é muito importante para um bom relacionamento com todo o grupo de trabalho. Mas as palavras mal escolhidas podem causar certo desentendimento, portanto, nada melhor do que analisar várias vezes o que será dito.
1.3.          Saber respeitar
Certamente, o trabalho que envolver outras pessoas pode ser complicado em certos pontos de vista. O ser humano possui inúmeras diferenças que os faz ser único. É preciso saber respeitar estas diferenças, e saber dizer no momento certo e com as palavras certas, o que lhe incomoda no outro. É preciso também, saber ouvir quais são os defeitos que você possui, ou as atitudes que incomodam o próximo.
Deixe seu Comentário:
Sem comentários »
Categorias:

António Manuel Mateus

© 2013 Angolanoticias.blogspot.com | Todos os direitos reservados - Designer by António Mnauel Mateu